terça-feira, 24 de setembro de 2013

A necessidade do apego – Laura Gutman


A necessidade do apego – Laura Gutman


Os mamíferos jovens se apegam a um adulto que lhes inspira confiança quando se sentem inseguros. Alguns pais se irritam quando seus filhos são apegados, os animais não.

Quando uma criança se agarra a um adulto, ela tenta reduzir o seu alto grau de excitação física e seus elevados níveis de substâncias químicas estressantes. Ao mesmo tempo, tenta ativar as preciosas substâncias cerebrais que produzem sentimentos de bem-estar. Ela não pode conseguir sem sua mãe, que é sua base neuroquímica infalível. A criança não é mimada nem quer “chamar a atenção” quando se agarra. Ela se sente insegura e procura ajuda. Ao agarrar-se, ela pretende um equilíbrio emocional mais tranquilo e positivo.




O que revelam as pesquisas

 Os estudos demonstraram que quando a criança cumpre um ano, as mães que tinham atendido rapidamente o seu choro tinham filhos que choravam muito menos que aquelas que haviam optado por deixar chorar. Apesar que alguns pensam que as crianças se apegam porque foram muito mimadas e queridas, “mal acostumados” por excesso de atenção, não há provas que corroborem a teoria segundo a qual o apego ansioso é resultado do afeto e atenção excessivas por parte dos pais.

O apego prolongado é muito mais provável quando os pais não responderam bem às necessidades de dependência do seu filho. Alguns pais obrigaram a criança a ser independente enquanto ela ainda não se encontrava geneticamente madura para isso.

Quando deixa de ser apegado?

Os pais muitas vezes temem que o desconsolo de seus filhos no momento da separação não desapareça. Mas, quem ouviu falar de um adolescente que se desfaça em lágrimas quando seus pais lhe dizem que vão ao cinema de tarde? Quando a criança cresce, o sistema de angústia da separação do seu cérebro inferior se debilita de forma natural. Na puberdade, o aumento de testosterona e de estrogênios o suprimem mais ainda. A afirmação: “Se aceito que ele se apegue tanto agora, ele nunca vai ser independente” é inexata em termos de desenvolvimento físico e cerebral da criança.

Algumas crianças que não receberam uma resposta emocionalmente válida entram num estado de falsa independência. Eles têm profunda vergonha de sentir uma necessidade desesperada de afeto e deparar-se com um rechaço ou uma crítica, ou que lhes digam que já são grandinhos para isso. Para fazer frente a essa dor, algumas crianças adotam uma atitude de: “Não preciso da mamãe!”, endurecem seus corações e desenvolvem uma insensibilidade emocional para suas necessidades afetivas. Isso pode provocar todo tipo de problemas, de amores atormentados ao medo às relações íntimas na idade adulta.

Se o seu filho se agarra a você, lembre-se do grande investimento que você fará na sua saúde mental a longo prazo se você lhe responde com afeto e consolo. Lembre-se dos efeitos duradouros anti-estresse da ativação da ocitocina, que deriva do afeto físico. Lembre-se dos estudos de outros mamíferos, que demonstram que os bebês que recebem carícias afetuosas são mais capazes de afrontar o estresse, apresentam respostas muito menos temerosas frente à vida, são psicologicamente mais fortes e até envelhecem melhor!

Tradução de um capítulo do livro The Science of Parenting
Tradução de Bel Kock-Allaman

A importância do Leite Materno

Todo mundo está cansado de saber que o leite materno é melhor, mas e por que? Eu também tinha essa duvida quando estava grávida. Vou compartilhar com vocês um texto cheio de referências teóricas e científicas que explica direitinho os benefícios do LM. Copiei esse material do Grupo Virtual de Amamentação - GVA do Facebook. Os dados são do Ministério da Saúde. 

A importância do Leite Materno - GVA


O leite materno é fundamental para a saúde das crianças nos seis primeiros meses de vida, por ser um alimento completo, fornecendo inclusive água, com fatores de proteção contra infecções comuns da infância, isento de contaminação e perfeitamente adaptado ao metabolismo da criança. Além do mais, o ato de amamentar é importante para as relações afetivas entre mãe e filho.



Já foi demonstrado que a complementação do leite materno com água ou chás nos primeiros seis meses de vida é desnecessária, inclusive em dias secos e quentes (Goldberg e Adams, 1983; Brown et al., 1986; Almroth e Bidinger, 1990; Sachdev et al., 1991; Ashraf et al., 1993). Recém-nascidos normais nascem suficientemente hidratados para não necessitar de líquidos, além do leite materno, apesar da pouca ingestão de colostro nos dois ou três primeiros dias de vida (World Health Organization / UNICEF, 1989).

A amamentação exclusiva tem sido recomendada por oferecer maior proteção contra infecções (Cunningham, 1979; Victora et al., 1987; Brown et al., 1989; Lucas e Coli, 1990). O efeito protetor do leite materno contra diarréias, como foi citado anteriormente, pode diminuir consideravelmente quando a criança recebe, além do leite da mãe, qualquer outro alimento, incluindo água ou chá (Brown et al., 1989; Victora et al., 1989, Popkin et al., 1990). Portanto, o aleitamento materno exclusivo – sem complementação com água ou chás – deve ser enfatizado nos primeiros meses de vida, considerando, entre outros fatores, que uma parcela significativa da população brasileira vive em condições precárias e a diarréia é ainda importante causa de mortalidade infantil.

Estudo recente levantou a possibilidade de o aleitamento materno exclusivo proteger as crianças amamentadas contra a transmissão vertical do HIV (Coutsoudis et al., 1999). Nesse estudo, as crianças filhas de mães HIV positivas que foram exclusivamente amamentadas tiveram uma chance menor de se infectarem com o vírus aos três meses (14,6%), quando comparadas com as crianças parcialmente amamentadas (24,1%). Os autores sugerem que a alimentação artificial pode lesionar a mucosa do trato gastrintestinal, por infecção ou reação alérgica, o que facilitaria a penetração do vírus. Se esses achados forem confirmados, o valor do aleitamento materno exclusivo será ainda maior, especialmente nos países em desenvolvimento com altas taxas de infecção pelo HIV. Os filhos de mães HIV positivas poderão usufruir dos benefícios da amamentação exclusiva sem aumentar os riscos de adquirir a infecção pelo HIV.

Sob o ponto de vista nutricional, a complementação precoce é desvantajosa para a nutrição da criança, além de reduzir a duração do aleitamento materno (Popkin et al., 1983; Loughlin et al., 1985; Kurinij et al., 1988; Winikoff et al., 1989, Zeitlin et al., 1995) e prejudicar a absorção de nutrientes importantes existentes no leite materno, como o ferro e o zinco (Saarinen e Siimes, 1979; Oski e Landaw, 1980; Bell et al., 1987). A complementação com outros alimentos e líquidos não nutritivos diminui o volume total do leite materno ingerido, independente do número de mamadas (Sachdev et al., 1991; Drewett et al., 1993). Como os alimentos oferecidos às crianças pequenas, nos primeiros anos de vida, não são nutricionalmente tão adequados quanto o leite materno, outro fator que deve ser considerado na amamentação não exclusiva é o uso de mamadeiras para ofertar líquidos à criança.

Essa prática pode ser prejudicial, uma vez que a mamadeira é uma importante fonte de contaminação, além de reduzir o tempo de sucção das mamas, interferindo na amamentação sob livre demanda, alterar a dinâmica oral e retardar o estabelecimento da lactação (Hollen, 1976; Monte et al., 1997; World Health Organization 1998b). A técnica de sucção da mama e da mamadeira / chupeta são distintas (Neifert et al., 1995). Os movimentos da boca e da língua necessários para a sucção da mama são diferentes daqueles utilizados para sugar a mamadeira, confundindo o bebê. De fato, recém-nascidos, expostos à mamadeira, podem apresentar dificuldade em sugar o peito (Newman, 1990; 1993). Alguns bebês amamentados, após exposição à mamadeira, choram, ficam inquietos, pegam e largam o peito por dificuldades na sucção, o que pode diminuir a autoconfiança de suas mães, por acreditarem que os bebês não gostam de seu leite, que rejeitam o peito, entre outros. Vários estudos relatam associação entre o uso da mamadeira e desmame precoce (World Health Organization, 1998b).

Outro risco conhecido da alimentação artificial é a diluição inadequada do leite, muitas vezes por falta de recursos das mães, na tentativa de fazer com que o leite dure mais. Fómulas / leites fluidos muito diluídos ou muito concentrados são prejudiciais para a criança por influir no ganho de peso para menos ou para mais, respectivamente.

A amamentação exclusiva é importante também na diminuição da fertilidade após o parto. Sabe-se que a ausência de menstruação devido à lactação depende da freqüência e da duração das mamadas (McNeilly et al., 1985). Em comunidades onde as mulheres amamentam por menos tempo e começam a complementar a dieta da criança mais cedo, o período em que a mulher fica sem menstruar depois do parto é menor (Howie e McNeilly, 1982; Vitzthum, 1989; Gray et al., 1990).

Existe consenso de que a mulher que amamenta exclusivamente, em livre demanda, até os seis meses após o parto e cuja menstruação ainda não tenha retornado apresenta proteção contra nova gravidez (Family Health International, 1988). O espaçamento entre os nascimentos conferido pelo aleitamento materno é importante para a saúde da criança, especialmente nas populações menos privilegiadas (Palloni e Millman, 1986; Tu, 1989). A mortalidade em crianças que nasceram até dois anos após o nascimento de um irmão ou cujas mães engravidaram antes que completassem dois anos, em 39 países em desenvolvimento, é consideravelmente maior do que a encontrada entre as crianças que têm uma diferença de dois ou mais anos com o irmão mais próximo (Huttly et al., 1992).

NÃO HÁ DÚVIDAS QUANTO ÀS VANTAGENS DA AMAMENTAÇÃO EXCLUSIVA NOS SEIS PRIMEIROS MESES DE VIDA DA CRIANÇA E QUANTO ÀS DESVANTAGENS DA INTRODUÇÃO PRECOCE DE ALIMENTOS E MESMO LÍQUIDOS, COMO ÁGUA OU CHÁS, E DO USO DE MAMADEIRAS/CHUPETAS.

Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Política de Saúde. Organização Pan Americana da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de dois anos / Secretaria de Políticas de Saúde, Organização Pan Americana da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

E aí gostaram? Continuem acompanhando o blog, na sequência vou postar outros textos.

Beijos

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Amamentar: prova e lição de amor

De todas as experiências da maternidade, amamentar seu filho nos primeiros dias e meses de vida é a melhor de todas. É um momento de total sintonia entre mãe e filho e é muito mais do que alimentar e garantir à ele sustento e anticorpos. Quando amamenta a mãe tem uma experiência única, pois é nesse momento que os mais ternos laços entre você e  pequeno bebê são religados agora que ele  está fora da sua barriga. Amamentar é a primeira lição e prova de amor da mãe para o filho.


Como amamentar: observe o local adequado, esteja sozinha pois é um momento seu e do bebê. Se tiver com visitas peça licença. Eu só partilhei esse momento com poucos amigos em raros momentos, mesmo assim não é muito bom. 

Pensa bem, vocês passaram nove meses juntos, onde você ia ele ia junto, o que você comia ele comia, o que ouvia ele também escutava e assim por diante. O parto, natural ou cesárea, acaba sendo uma experiência um pouco traumática para o bebê.  Ele estava quentinho, encolhido e da maneira dele confortável dentro do seu ventre, e de repente - no caso da cesárea  sem aviso - é tirado desse conforto. No começo dessa relação  tudo é muito complicado e novo. A amamentação é muito difícil para a maioria das mães. E, se ela não estiver preparada e avisada provavelmente irá sofrer. Algumas mães não agüentam às pressões externas, e por serem mal orientadas acabam desistindo. 

Existem muitos mitos, e grande parte das pessoas procura desculpas quando na verdade o que faltou mesmo foi um pouco de informação e de vontade. Existem exceções, eu conheço vários casos em que o bebê acaba desenvolvendo a agora tão falada APLV- Alergia a Proteína do Leite de Vaca. Mesmo que a mãe faça dieta restritiva o bebê acaba absorvendo e não tolera nem o Leite Materno. Bom, cada caso é um caso. Não sou especialista, o que sei é resultado de várias noites de insônia em que eu devorei artigos e mais artigos, vários pontos de vista a respeito da importância do Leite Materno no desenvolvimento do bebê e tirei as minhas próprias conclusões. Ou seja, para mim NADA pode ser melhor, por isso decidi amamentar exclusivamente no peito até os 6 meses, e se conseguir até os dois anos de idade. Não julgo as mães que por algum motivo não PUDERAM amamentar. Na verdade sinto muito por elas, porque essa experiência da maternidade elas não sentirão e ela é linda. Muita gente pode não gostar, mas eu julgo sim aquelas que não QUISERAM. Já ouvi de uma mãe que amamentar dava muito "trabalho", imagina a minha vontade de jogar uma pedra na cabeça dessa mulher.

Portanto, o objetivo desse blog é contar as minhas experiências, mas acima de tudo é fazer um alerta e uma apelo para as futuras mamães: amamentem o máximo que vocês puderem, porque é lindo e muito gratificante. 

Eu já contei nesse post  aqui como foram os primeiros dias com o Vítor. Mas, agora que estamos completando dois meses já posso acrescentar mais algumas novas descobertas. 

Preparo

Ainda na gravidez eu comecei os preparativos para garantir que amamentaria meu filho. Assim como quis muito o parto natural eu sempre quis muito amamentar. Algumas pessoas não recomendam nada, mas eu tomei sol no bico do seio, esfreguei com bucha vegetal durante o banho e fazia exercícios de puxar e girar os mamilos. Além disso eu li muito, assisti vídeos e pesquisei imagens que falavam a importância de saber a pega correta. Amamentar não pode doer, mas isso vai acontecer se você não guiar o bebê a fazer isso certo. No final da postagem vou colocar os links dos sites que eu mais gostei e recomendo.

Depois do nascimento

É normal que o leite demore até uma semana para descer. A minha experiência foi diferente, pois ainda no hospital veio o colostro, e o leite mesmo logo nos primeiros dias. Como prova disso pude perceber que o Vítor ganhou peso já na primeira semana de vida, quando em geral os bebês perdem algumas gramas porque a maioria das mães não tem leite. E como isso aconteceu? Não sei explicar precisamente, mas arrisco dizer que pode ter sido o parto que foi natural, a não utilização da Ocitocina Sintética, ela inibe a produção da natural e é justamente a Ocitocina que induz a produção de leite. Além, é claro, a minha certeza de que eu iria amamentar. Força de vontade é fundamental!


Pega correta: boca bem aberta o bebê tem que "abocanhar" todo o mamilo, o queixo tem que encostar no peito e o nariz fica livre. E a boca do neném tem que ficar parecendo "boca de peixinho", exatamente como na foto


Em casa

E as rachaduras? Minha experiência com elas também não é farta. Eu sabia como era a pega correta, mas isso não quer dizer que você vai acertar logo na primeira tentativa ( aí já seria demais né?). Tive um dos mamilos rachados durante a minha primeira noite como mãe. O Vítor quis passar o tempo todo mamando e durante a madrugada acabei oferecendo meu peito da maneira errada. Na manhã seguinte as enfermeiras da maternidade logo perceberam a rachadura e fizeram um banho de luz infravermelha, que aliviou na hora. Passei o dia todo pedindo ajuda, em cada mamada chamava alguém só para conferir se a pega estava correta. Depois disso nunca mais tive problemas. Além de ficar atenta ao jeito que ele pega no peito eu também previno usando alguns cremes. As famosas conchas são aliadas importantes. Além de ajudar a aliviar as mamas que enchem demais, elas também deixam os mamilos livres e você pode passar os cremes e deixar que eles absorvam melhor. Só cuidado, porque elas vazam o leite e é comum trocar de roupa várias vezes ao dia. 

Busque informação: leia, converse com outras mães

Pedir ajuda é fundamental, seja humilde. Conversando sobre isso com outras mães  também pode ajudar. Nessa troca de informações a gente descobre que entre muitas diferenças, as vezes os bebês também são muito iguais, só mudam de casa. O hospital da minha cidade é um grande incentivador da amamentação com leite materno, e a maioria também é. Portanto, use e abuse das enfermeiras elas tem prazer em ajudar e você vai para casa mais segura. E, se ainda assim não conseguir, pode voltar lá que elas ajudam sempre, tem até um telefone para auxiliar as mães ( confira no fim do post).  Eu também entrei em um grupo de discussão no Facebook o GVA - Grupo Virtual de Amamentação - elas tem vários posts que falam tudo sobre amamentação, tirei todas as minhas dúvidas com elas. Vou postar alguns textos extraídos do grupo para dar sequência a essa post, são muito importantes!




Poltrona de amamentação: melhor aquisição que fiz para o quartinho dele, é o lugar da casa que nós mais gostamos de ficar!





Links que valem a pena serem lidos:


A pega correta

Vídeos que eu recomendo:





Telefone para tirar dúvidas quanto a amamentação em Curitibanos - SC:  49 84121158 (aceita chamadas a cobrar) 

Continuem acompanhando o blog, vou compartilhar alguns textos do grupo do Facebook! 

Obrigada e até a próxima!

Beijos




quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Produtora de vídeos procura futura mamãe em São Paulo


Oi gente, minha amiga Simone, que trabalha em uma produtora de vídeo em São Paulo está procurando futuras mamães em São Paulo, interessadas podem entrar em contato:


Olá, meu nome é Simone e estou fazendo a produção para uma série de documentários que serão exibidos no You Tube sobre acontecimentos marcantes na vida de pessoas.
Uma das histórias que nós estamos buscando é a de uma mulher grávida que more em São Paulo ou na região metropolitana e que vai ter o bebê em breve, nas próximas semanas, provavelmente de parto agendado. O objetivo é encontrar pessoas que tenham uma história interessante ou passaram por dificuldades na hora de engravidar, tiveram uma gravidez complicada ou algo inusitado. Como nós vamos registrar o parto, o material bruto documentado será entregue para ela.
Se você conhece alguém ou tem interesse em participar, por favor, entre em contato via inbox no meu facebook – www.facebook.com/simonecastro81 ou por email simonecastro81@gmail.com
Muito obrigada, bjs,
Simone Castro

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Fazendo as malas: minhas dicas do que realmente é preciso levar

Olá mamães! Estou de volta, aos poucos eu retomo a minha rotinha "pós baby em casa". No post de hoje quero contar para vocês como eu arrumei a minha mala da maternidade e o que é realmente necessário. Levando em conta como funciona a maternidade aqui da minha cidade e que o meu parto foi natural, ou seja fiquei apenas 1 noite.


O que levei na mala do baby:

6 conjutos com: body + calça + tiptop + meias      Exagero: Usei apenas 3 conjuntos, mas recomendo levar os 6 porque podem haver imprevistos

2 conjuntos de touca + luva  Usei todos e é essencial levar

6 sapatinhos  Exagero: pode ser metade disso

1 pacote de fraldas RN Essencial levar: na maternidade de nossa cidade eles não fornecem 

1 toalha de banho  Exagero: a maternidae oferece

6 panos de boca Exagero usei apenas 3

2 cobertores Essencial: mas é importante ficar atento para a época do ano em que o bebê irá nascer.

1 mamadeira e 1 chupeta - Obs.: Eu levei a mamadeira por pura inocência porque pensei "vai que acontece algo comigo" mas ela é TOTALMENTE desnecessária e NÃO deve ser levada nem usada. Sou completamente a favor de amamentar em livre demanda. Portanto é muita imaturidade levar, se você não tiver leite materno suficiente já nas primeiras horas como eu tive e se o pediatra optar por um complemente ele deve ser oferecido ao bebê em copinhos, nunca em uma mamadeira. 

Nós decidimos usar a chupeta, mesmo sabendo das posições contrárias e não nos arrependemos porque ele fica muito mais calmo! 


Malinha do Baby Vítor : BabyBag Klipling 



Separei as roupas em conjutos para facilitar na hora na troca


Antes de serem usadas as roupas do bebê devem ser lavadas com sabão neutro e passadas a ferro nos dois lados. Certifique-se que retirou e cortou todas as etiquetas. (Aliás, porque colocam tantas nas roupas dos pequenos né?) 


O que levei na minha mala

2 pijamas com abertura na frente - Essencial, mas usei apenas 1 porque passei apenas 1 noite

1 calça de moleton + blusa básica + cardigã Essencial, prefiro usar roupas do que pijama durante o dia

1 roupão Essencial, para a noite porque no inverno sempre é frio

1 roupa para sair da maternidade Essencial caprichar no look e nas fotos para a saída da maternidade né! :)

6 calcinhas de cintura alta e de leve compressão Essencial, não levei as tradicionais cintas de compressão, deixei para usá-las em casa. Mas para usar com os absorventes não há nada melhor

Necesserie com produtos de higiene e maquiagem - Essencial, essencial essencial!!!! Você acabou de ter um bebê não está doente, cuidar da aparência faz parte do show! 

*Absorventes íntimos pós-parto
*Absorventes ou conchas para os seios

• Máquina fotográfica e pilhas extras 

• Filmadora e carregador de bateria, se tiver 

• Livros e revistas 

• Lembrancinhas e enfeite de porta, se tiver preparado esses itens com antecedência. Se não, não se preocupe, eles não são essenciais. 

• Lista com os telefones das pessoas a serem avisadas do nascimento



Atenção: Além da mala, na hora de sair de casa há outros itens que você deve se lembrar de pegar. Faça uma lista e deixe bem visível para verificar, na pressa de sair, se não esqueceu nada: 

• carteirinha do plano de saúde 

• cartão de pré-natal ou carta do médico com informações do pré-natal 

• documentos pessoais. 




Produtinhos indispensáveis


Kit básico de sobrevicência 




Look que escolhi para sair da maternidade


Por hoje é isso meninas, espero ter ajudado se você está arrumando as suas malas!


Beijos


Minhas dicas de leitura

Vida Materna

Baby Center